Site para os Cultos de Oração da Igreja 2005


Encher a Casa de Oração

A partir de Junho, queremos trazer a grande maioria das pessoas, que podem, na igreja,

bem como amigos, vizinhos, parentes, colegas e muitos outros ao nosso redor.

Considerando.......

(1)que Deus não depende de muita gente no culto para abençoar a igreja e as pessoas que fazem parte dela.

(2)que a vida de cada crente, o Espírito Santo faz ser uma oração sem cessar, conforme os parâmetros bíblicos.

(3)que não é o número de freqüentadores que indica o status espiritual da igreja de Jesus Cristo.

(4)que muitas “igrejas” só conseguem encher seus bancos em tais cultos, com pessoas amedrontadas, chantageadas, incentivadas a trocas, barganhas e pressões a Deus, forçando a presença e os rituais executados em suas reuniões.

Sem, para isto.......

(1)ensinar erradamente que os faltosos serão amaldiçoados, considerados ingratos, negligentes ou perdedores de bênçãos especiais.

(2)incentivar hereticamente que os presentes exijam ou assumam qualquer tipo de autoridade ou merecimentos para cobrar bênçãos ou pedidos feitos em suas orações.

(3)levar os freqüentadores a crerem que são mais crentes , obedientes, dedicados, agradáveis, abençoados, protegidos ou íntimos de Deus, que os outros.

(4)desenvolver práticas pagãs que imitam igrejas, rituais e crendices, fora do que cremos e pregamos baseados na Bíblia e no bom senso produzido pela presença e direção do Espírito que habita em nós.

Crendo que.......

(1)Deus conhece nossas necessidades com muita antecedência, profundidade, amor, misericórdia e com a melhor conclusão para nós, todos ao nosso redor e para Seu Reino.

(2)para Ele agir ou permitir algo dentro dos seus propósitos, é soberano, sensível, sábio e suficientemente misericordioso para fazer Sua vontade, independente de nossas limitações, teimosias, negligências e indiferenças, nos levando, até, a mudanças que nos façam cada vez mais submissos, accessíveis, sensíveis à Sua santa direção.

(3)estamos suficientemente protegidos e amparados pelo Senhor, que, em nada sob hipótese nenhuma, por motivo algum, pode ou precisa ser lembrado ou pressionado a alterar Suas ações , planos e vontades, para atender nossos pedidos pessoais, egoístas, inconseqüentes, materialistas e sempre cheios de boas intenções e tolices.

Motivados por.......

(1)estar em oração, coletivamente, para pedir, interceder, agradecer, exaltar e se render, sem perder nunca a visão submissa de estar sempre na vontade do Senhor

(2)estar em adoração ao Senhor, por obediência, gratidão, reconhecimento e por Deus ser totalmente digno de exaltação.

(3)buscar, não um deus subserviente, mas um Soberano que tem prazer em estar conosco, receber nossa adoração, alegrar-se com nosso tempo a Ele, manter comunhão íntima conosco e ocupar-se, particularmente com cada um de nós, sabendo como nos ouvir, nos abençoar, nos relevar, nos entender e compreender e nos abençoar.

Em Resumo.......

Convocaremos toda a igreja, sem exceção, não para que sejamos mais abençoados ou privilegiados diante de Deus, como um todo, ou individualmente; mas, somente, porque já temos sido, e continuaremos a ser, cada vez mais, muito abençoados por Deus, e por isto estaremos aqui, principalmente, por reconhecimento, gratidão, exaltação e obediência a Ele que nos manda estar mais em Sua presença.

Estudos sobre Culto e Oração

Culto da Terça Feira

Estudos na Bíblia - item (8) Culto a Deus

Estudos na Bíblia - tem (20) Oração

Motivos de Oração

Sobre a Oração

Considerações Iniciais

A Origem da prática

Gn.4:26 = com Enos, filho de Sete, segundo Moisés, iniciou-se a prática, também da oração

Muitos povos praticavam a oração, antes da existências do povo de Israel

O judaísmo tomou a prática para si, e deu sentido de exclusividade ao único Deus Todo-Poderoso

O desenvolvimento da prática

No Velho Testamento, a oração deixou de ser uma prática coletiva, pelo povo, e tornou-se pessoal

Deixou de ser um contato verbal, para ser, também, uma participação coletiva pelos Salmos, os cânticos.

O Sentido da prática no cristianismo

Todo salvo é um sumo-sacerdote, e pode estar diretamente na presença de Deus, falando com Ele

Cristo abriu todas as portas para que o salvo possa estar pessoalmente no lugar santíssimo, diante de Deus.

A diferença básica para a reza

Rezas são orações prontas, mostrando um Deus que precisa de tudo muito bem explicado, para agir

Rezas são orações repetidas, mostrando um Deus insensível ou esquecido quanto aos Seus.

Orações são contatos espontâneos, naturais, feitas pelos adoradores ao soberano Senhor Deus.

O que leva a oração a ser prática supersticiosa, feiticeira:

Quando a eficiência e a eficácia não depende só da misericórdia de Deus

Quando deve ser acompanhada de algo ou alguém especificamente

Quando usada para mudar Deus de soberano para servo, atendente

Tipos de Oração

Quanto à motivação

Oração de Adoração = exaltação da Pessoa e dos Feitos de Deus, diante da pequenez humana.

Oração de Contemplação = momento quando apenas se deslumbra da presença do Senhor.

Oração de Gratidão = agradecimento pelas providências e as permissões promovidas pelo Senhor.

Oração de Intercessão = petição em favor de terceiros, suas necessidades e aspirações existenciais.

Oração de Petição = petição por si próprio, suas carências e vontades, por seu bem e realizações pessoais.

Oração de Submissão = se busca entender a vontade do Senhor em tudo que acontece ao redor.

Observação – cada tipo deste tem sua importância nos seus momentos mais apropriados.

Quanto à formalidade

Oração Formal = praticada com gestos e posturas apropriadas ao ritual: olhos fechados, joelhos, etc.

Oração Informal = praticada sem gestos e posturas apropriadas ao ritual: olhos abertos, deitado, etc.

Oração Natural = comunhão permanente que acontece, mesmo quando não estamos na prática de orar.

Observação – todos estes tipos são valorosos, nenhuma é mais importante que outro.